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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Constituição ou Bíblia?

    O Supremo Tribunal Federal decretou que as uniões homossexuais são equivalentes às “uniões estáveis” dos heterossexuais sob a lei nacional, apesar de a Constituição brasileira limitar com clareza tais uniões aos casais heterossexuais.
    “Uniões estáveis” são acordos “entre um homem e uma mulher” que vivem juntos “como entidade familiar” de acordo com o artigo 226 da Constituição brasileira. Os casais em uniões estáveis têm acesso a mais de cem privilégios também dados aos casais casados.
    O juiz que teve o principal peso na decisão, Carlos Ayres Britto, justificou a extensão da linguagem explicitamente heterossexual para as duplas homossexuais fundamentando-se na proibição que a Constituição faz de discriminação com base no sexo, e no fato de que a Constituição não proíbe relações homossexuais.
    “No entendimento do ministro, se a união gay não é proibida pela legislação brasileira, automaticamente torna-se permitida. E sendo permitida a união homoafetiva, ela deveria ter os mesmos direitos garantidos para as uniões estáveis de heterossexuais”, escreveu o jornal Estadão para resumir o raciocínio de Britto.
Maria Berenice Dias, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito da Família, disse para a imprensa que a decisão estenderia às duplas homossexuais 112 direitos e benefícios que antes só eram reconhecidos para casais heterossexuais em uniões estáveis.
    Prevê-se que a nova decisão garantirá às duplas homossexuais uma base legal mais forte para adotar crianças, assim como benefícios de pensão de companheiro, direitos de herança, benefícios fiscais, benefícios de seguro social e até mesmo dias de licença depois da iniciação da união.
Esta decisão do STF acontece depois de anos de tentativas fracassadas por parte de organizações e políticos homossexualistas de estabelecer uniões civis gays por meio do Legislativo nacional.

    Há duas questões muito sérias em relação a esta decisão do STF que gostaria de refletir com vocês:
  A primeira: O fato de vivermos numa sociedade que definitivamente abandonou os princípios cristãos e voltou às costas à Palavra de Deus. O que impressiona, numa decisão como esta, tomada por unanimidade pela mais alta corte de justiça de nosso país, é a rapidez com que as mentes das pessoas se corromperam e tornaram cativas de princípios e valores completamente rejeitados por Deus em sua Palavra. Todos nós sabemos, pela leitura da própria Bíblia, que tipo de sociedade nos espera no futuro.
   A segunda: O fato de que nem tudo aquilo que é legal, e aprovado pelos homens, é aprovado por Deus em sua Palavra. A união gay, agora, pode até ser lei, mas não é aprovada por Deus! E esta convicção, advertência e exortação aos homossexuais, não é discriminação e sim compaixão. Afinal, não dizer a verdade e induzir à mentira e ao erro, ainda que seja politicamente correto, não agrada a Deus que amamos e servimos. A Constituição brasileira pode não proibir relações homossexuais, mas Deus claramente as proíbe em sua Palavra.

   E agora, a quem você irá obedecer, à Constituição ou à Palavra de Deus? Explique...

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