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sábado, 8 de setembro de 2012

Final - pastor Yousef Nadarkhani

A História - Yousef Nadarkhani foi preso em 2009 porque não quis que os filhos estudassem  o Alcorão.

Ele se converteu a Cristo aos 19 anos de idade e três anos depois, já pastor evangélico, fundou uma pequena comunidade cristã na cidade de Rasht, a noroeste de Teerã.

Nadarkhani foi preso, acusado de abandonar a fé islâmica e evangelizar muçulmanos, e recebeu a sentença máxima: morte por enforcamento.

Durante três anos, o caso foi examinado por cortes superiores iranianas. A esposa de Nadarkhani também foi detida, chegou a ser condenada à prisão perpétua, mas depois foi solta. O pastor, por três vezes, recebeu proposta de abandonar o cristianismo e voltar para o islã, em troca da suspensão da pena de morte. Youssef Nadarkhani não aceitou.
 
A pressão internacional em favor da causa do pastor foi muito grande, com destaque para  grupos de cristãos estadunidenses e latino-americanos, mas o fator decisivo envolveu  a pressão de governos com os quais o Irã mantém boas relações, incluindo o brasileiro.

Hoje
O pastor Youcef Nadarkhani, depois de quase três anos preso e condenado à morte, foi liberto hoje,  8 de setembro de 2012. Ele foi absolvido da acusação de apostasia (abandono da fé islâmica), mas condenado a três anos por evangelizar os muçulmanos. Como ele passou praticamente três anos preso aguardando julgamento, obteve a liberdade.
 
O tribunal deliberou esta manhã em uma audiência que durou mais de seis horas. Observadores temiam que novas acusações fossem feitas neste último julgamento, mas isto não ocorreu. Ao final, o pastor  já estava liberado para voltar para casa. Desde o início da tarde, ele está com a sua família e já recebendo as mensagens de grupos cristãos de todo o mundo.

Naturalmente, Nadarkhani não poderá mais evangelizar no Irã. O pastor ainda não se manifestou sobre seus projetos, mas é provável que venha deixar o país.
 
Agora, é hora de agradecer a Deus pela liberdade deste pregador do Evangelho e seguir intercedendo por seu ministério e pela sua segurança e de sua família.
 
Fonte: Genizah

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